Jair Bolsonaro Presidente – Prevaleceu a Lógica

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Domingo, 28 de outubro de 2018, Jair Messias Bolsonaro foi eleito o 38° presidente do Brasil com 55,1% dos votos. Ele fez encerrar a série de vitórias do PT e afastou os fantasmas do socialismo e comunismo que afrontavam há anos os alicerces da verdadeira democracia. Bolsonaro se elegeu com as promessas de moralizar o país, reformas liberais na economia, combater a corrupção com o devido rigor, mudar o sistema político arcaico que dominava o Brasil e formar parcerias com países desenvolvidos visando trazer benefícios na economia do nosso país.

 

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Um fenômeno da política nacional, Bolsonaro foi eleito com uma vitória histórica sobre um adversário respaldado na figura do ex-presidente Lula, uma espécie de ídolo da maior parte do povo humilde. Venceu a todos os grandes partidos e caciques da nossa política e não teve nenhum apoio dos tais no segundo turno das eleições. Jair Bolsonaro teve ainda contra si as truculentas calúnias do seu adversário político atiradas por meio da mídia e através das polêmicas Fake News. Sua campanha sem recursos foi firmada através das redes sociais e do aplicativo WhatsApp, apostando em um discurso conservador e moralista dos costumes, a promessa de uma nova política liberal para a nossa economia, forte combate à corrupção e à violência que abate o país, além de se opor ao PT e à esquerda. Bolsonaro tinha pouquíssimo tempo de propaganda em rádio e TV, não costumava ir em debates, ficou 23 dias abatido depois de sofrer atentado à facada do qual lhe perfurou o abdômen, não realizando mais nenhum comício de campanha. Eleito como um político de direita, barrou as sucessivas vitórias do PT que já vinha com uma política estagnada e nada promissora. Foi a primeira vez que Jair Bolsonaro se candidatou a presidente, e venceu a tudo e a todos os que lhe opunham. Ele é realmente um mito.

 

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Foi a primeira vez na história do Brasil que um presidente é recebido no templo de uma igreja evangélica a receber as bênçãos de D’us e formalizar ação de graças em reconhecimento pela vitória. Bolsonaro se torna também o terceiro presidente evangélico da nossa história. O primeiro, foi João Fernandes Campos Café Filho, membro da Primeira Igreja Presbiteriana de Natal (RN), e o segundo, foi o General Ernesto Beckmann Geisel, militar, membro da Igreja Luterana, filiado ao partido Aliança Renovadora Nacional (Arena).

A trajetória de Jair Bolsonaro rumo à vitória deste pleito, tornou-se algo muito além do comum, mas inusitado. As circunstâncias que o levaram a ser um vencedor, caracterizam-se pela espiritualização no contexto destas eleições. Isto foi até ressaltado em dois artigos publicados aqui no blog anteriormente:
Eleições 2018 – Mais que um Pleito, uma Batalha Espiritual – parte 1
Eleições 2018 – Mais que um Pleito, uma Batalha Espiritual – parte 2 (Final)

 

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Com o lema “Brasil acima de tudo, Deus acima de todos“, Bolsonaro expressou sua fé e seu patriotismo na luta por um Brasil melhor. Diferente de qualquer outro que já subiu a rampa do planalto, ele jurou e prometeu fazer um governo sério, justo e honesto, baseado na plena vontade de Deus.

Portanto, apesar da “turma do contra”, vamos esperar que seja o começo de novos tempos para a tão sofrida nação brasileira. E mesmo em meio a uma batalha espiritual, teremos D’us à frente de tudo, e que capacitará o seu servo para dirigir e transformar o Brasil em um lugar melhor para se viver. A oposição é “nada” em relação a muita gente séria, sensata e temente a D’us. E somente assim, poderemos bradar a seguinte frase:

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27 comentários em “Jair Bolsonaro Presidente – Prevaleceu a Lógica

    1. Mi amigo SuperDuque, el socialismo y el comunismo, desde hace años intenta tomar a Brasil. El ex presidente Lula hasta que hizo una gestión regular durante su mandato. Pero él no dio la debida atención en el área de la salud y principalmente en el área de la seguridad pública, lo que proporcionó la formación de facciones criminales, y el país quedó totalmente dominado por el crimen organizado que se sostiene a través del tráfico de drogas, del tráfico de armas y de constantes robos y asaltos contra el ciudadano brasileño. Desgraciadamente el ex presidente Lula se corrompió. Y los hechos que él hizo durante sus gestiones, fueron deshechos por la incompetencia y errores de su sucesora, la ex presidenta Dilma Rousseff. Y para empeorar, todavía hubo ese golpe el que hizo aún peor la situación de Brasil.

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  1. Obrigada amigo pelo material que pude compartilhar!! Super bem detalhado e com análise perfeita de toda conjuntura do pleito!!! Recomendei para meus seguidores!!! Novamente muito obrigada e fique a vontade para reblogar qualquer post que venha a te interessar!! Grande abraço!!!

    Curtido por 2 pessoas

  2. hi there, i enjoy reading your views allow a lot i don’t agree with ,however your country has been through a lot because of corruption maybe this is where the intolerance towards some of your societies fellow members come from or prehaps that just stems from bad religious teachings . so i hope that this man lives up to your expectations as money can corrupt so easily. kindest regards bg 🙂😎🙂

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    1. Hi bg, thank you for your consideration and for your comment! Corruption in Brazil has been the case of having led this nation to bankruptcy. Because of this, the people were discredited in the old candidates, but they gave opportunity to a new character, Christian and full of morals and good manners. He was always honest in his concepts. I do not think he will corrupt himself like the rest. And I hope to have a much better country.
      A big hug for you! 🙂

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    1. Olá minha amiga Thais!
      Quero antes agradecer por sua honrosa participação e pela consideração e elogio. Eu sempre acreditei na intervenção Divina nessas eleições. E concordo com você, pois são visíveis as mudanças que já estão acontecendo de forma antecipada, através das transições, dos empenhos e da formação ministerial do nosso futuro presidente.
      Um abraço minha amiga!

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  3. LA LOGICA DEL FASCISMO…

    Bolsonaro y el fascismo

    Se ha vuelto un lugar común caracterizar al nuevo régimen de Jair Bolsonaro

    El fascismo no se deriva de las características de un líder político por más que en los tests de personalidad –o en las actitudes de su vida cotidiana, como en el caso de Bolsonaro- se compruebe un aplastante predominio de actitudes reaccionarias, fanáticas, sexistas, xenofóbicas y racistas. Esto era lo que medían los sociólogos y psicólogos sociales estadounidenses a la salida de la Segunda Guerra Mundial con la famosa “Escala F”, donde la efe se refería al fascismo. Se pensaba en esos momentos, y algunos todavía alimentan esa creencia, que el fascismo era la cristalización en el plano del Estado y la vida política de personalidades desquiciadas, portadoras de graves psicopatologías, que por razones circunstanciales se habían encaramado al poder. La intencionalidad política de esta operación era obvia: para el pensamiento convencional y para las ciencias sociales de la época la catástrofe del fascismo y el nazismo debían ser atribuidas al papel de algunos individuos: la paranoia de Hitler o los delirios de grandeza de Mussolini. El sistema, es decir, el capitalismo y sus contradicciones, era inocente y no tenía responsabilidad alguna ante el holocausto de la Segunda Guerra Mundial.

    Descartada esa visión hay quienes insisten que la presencia de movimientos o inclusive partidos políticos de clara inspiración fascista inevitablemente teñirán de modo indeleble al gobierno de Bolsonaro. Otro error: tampoco son ellas las que definen la naturaleza profunda de una forma estatal como el fascismo. En el primer peronismo de los años cuarenta así como en el varguismo brasileño pululaban en los círculos cercanos al poder varias organizaciones y personajes fascistas o fascistoides. Pero ni el peronismo ni el varguismo construyeron un Estado fascista. El peronismo clásico fue, usando la conceptualización gramsciana, un caso de “Cesarismo progresivo” al cual sólo observadores muy prejuiciados pudieron caracterizar como fascista debido a la presencia en él de grupos y personas tributarios de esa ideología. Esos eran fascistas pero el gobierno de Perón no lo fue. Viniendo a nuestra época: Donald Trump es un fascista, hablando de su personalidad, pero el gobierno de EEUU no lo es.

    Desde la perspectiva del materialismo histórico al fascismo no lo definen personalidades ni grupos. Es una forma excepcional del Estado capitalista, con características absolutamente únicas e irrepetibles. Irrumpió cuando su modo ideal de dominación, la democracia burguesa, se enfrentó a una gravísima crisis en el período transcurrido entre la Primera y la Segunda Guerra mundiales. Por eso decimos que es una “categoría histórica” y que ya no podrá reproducirse porque las condiciones que hicieron posible su surgimiento han desaparecido para siempre.

    ¿Cuáles fueron las condiciones tan especiales que demarcaron lo que podríamos llamar “la era del fascismo”, ausentes en el momento actual, En primer lugar el fascismo fue la fórmula política con la cual un bloque dominante hegemonizado por una burguesía nacional resolvió por la vía reaccionaria y despótica una crisis de hegemonía causada por la inédita movilización insurreccional de las clases subalternas y la profundización del disenso al interior del bloque dominante a la salida de la Primera Guerra Mundial. Para colmo, esas burguesías en Alemania e Italia bregaban por lograr un lugar en el reparto del mundo colonial y las enfrentaba con las potencias dominantes en el terreno internacional, principalmente el Reino Unido y Francia. El resultado: la Segunda Guerra Mundial. Hoy, en la era de la transnacionalización y la financiarización del capital y el predominio de mega-corporaciones que operan a escala planetaria la burguesía nacional yace en el cementerio de las viejas clases dominantes. Su lugar lo ocupa ahora una burguesía imperial y multinacional, que ha subordinado fagocitado a sus congéneres nacionales (incluyendo las de los países del capitalismo desarrollado) y actúa en el tablero mundial con una unidad de mando que periódicamente se reúne en Davos para trazar estrategias globales de acumulación y dominación política. Y sin burguesía nacional no hay régimen fascista por ausencia de su principal protagonista.

    Segundo, los regímenes fascistas fueron radicalmente estatistas. No sólo descreían de las políticas liberales sino que eran abiertamente antagónicos a ellas. Su política económica fue intervencionista, expandiendo el rango de las empresas públicas, protegiendo a las del sector privado nacional y estableciendo un férreo proteccionismo en el comercio exterior. Además, la reorganización de los aparatos estatales exigida para enfrentar las amenazas de la insurgencia popular y la discordia entre “los de arriba” proyectó a un lugar de prominencia en el Estado a la policía política, los servicios de inteligencia y las oficinas de propaganda. Imposible que Bolsonaro intente algo de ese tipo dadas la actual estructura y complejidad del Estado brasileño, máxime cuando su política económica reposará en las manos de un Chicago “boy” y ha proclamado a los cuatro vientos su intención de liberalizar la vida económica.

    Tercero, los fascismos europeos fueron regímenes de organización y movilización de masas, especialmente de capas medias. A la vez que perseguían y destruían las organizaciones sindicales del proletariado encuadraban vastos movimientos de las amenazadas capas medias y, en el caso italiano, llevando estos esfuerzos al ámbito obrero y dando origen a un sindicalismo vertical y subordinado a los mandatos del gobierno. O sea, la vida social fue “corporativizada” y hecha obediente a las órdenes emanadas “desde arriba”. Bolsonaro, en cambio, acentuará la despolitización -infelizmente iniciada cuando el gobierno de Lula cayó en la trampa tecnocrática y creyó que el “ruido” de la política espantaría a los mercados- y profundizará la disgregación y atomización de la sociedad brasileña, la privatización de la vida pública, la vuelta de mujeres y hombres a sus casas, sus templos y sus trabajos para cumplir sus roles tradicionales. Todo esto se sitúa en las antípodas del fascismo.

    Cuarto, los fascismos fueron Estados rabiosamente nacionalistas. Pugnaban por redefinir a su favor el “reparto del mundo” lo que los enfrentó comercial y militarmente con las potencias dominantes. El nacionalismo de Bolsonaro, en cambio, es retórica insustancial, pura verborrea sin consecuencias prácticas. Su “proyecto nacional” es convertir a Brasil en el lacayo favorito de Washington en América Latina y el Caribe, desplazando a Colombia del deshonroso lugar de la “Israel sudamericana”. Lejos de ser reafirmación del interés nacional brasileño el bolsonarismo es el nombre del intento, esperamos que infructuoso, de total sometimiento y recolonización del Brasil bajo la égida de EEUU..

    Pero, dicho todo esto: ¿significa que el régimen de Bolsonaro se abstendrá de aplicar las brutales políticas represivas que caracterizaron a los fascismos europeos. ¡De ninguna manera! Lo dijimos antes, en la época de las dictaduras genocidas “cívico-militares”: estos regímenes pueden ser –salvando el caso de la Shoa ejecutada por Hitler- aún más atroces que los fascismos europeos. Los treinta mil detenidos-desaparecidos en la Argentina y la generalización de formas execrables de tortura y ejecución de prisioneros ilustran la perversa malignidad que pueden adquirir esos regímenes; la fenomenal tasa de detención por cien mil habitantes que caracterizó a la dictadura uruguaya no tiene parangón a nivel mundial; Gramsci sobrevivió once años en las mazmorras del fascismo italiano y en la Argentina hubiera sido arrojado al mar como tantos otros días después de su detención.

    Por eso, la renuencia a calificar al gobierno de Bolsonaro como fascista no tiene la menor intención de edulcorar la imagen de un personaje surgido de las cloacas de la política brasileña; o de un gobierno que será fuente de enormes sufrimientos para el pueblo brasileño y para toda América Latina. Será un régimen parecido a las más sanguinarias dictaduras militares conocidas en el pasado, pero no será fascista. Perseguirá, encarcelará y asesinará sin merced a quienes resistan sus atropellos. Las libertades serán coartadas y la cultura sometida a una persecución sin precedentes para erradica “la ideología de género” y cualquier variante de pensamiento crítico. Toda persona u organización que se le oponga será blanco de su odio y su furia. Los Sin Tierra, los Sin Techo, los movimientos de mujeres, los LGTBI, los sindicatos obreros, los movimientos estudiantiles, las organizaciones de las favelas, todo será objeto de su frenesí represivo.

    Pero Bolsonaro no las tiene todas consigo y tropezará con muchas resistencias, si bien inorgánicas y desorganizadas al principio. Pero sus contradicciones son muchas y muy graves: el empresariado –o la “burguesía autóctona”, que no nacional, como decía el Che- se opondrá a la apertura económica porque sería despedazado por la competencia china; los militares en actividad no quieren ni oír hablar de una incursión en tierras venezolanas para ofrecer su sangre a una invasión decidida por Donald Trump en función de los intereses nacionales de EEUU; y las fuerzas populares, aún en su dispersión actual no se dejarán avasallar tan fácilmente. Además, comienzan a aparecer graves denuncias de corrupción contra este falso “outsider” de la política que estuvo durante veintiocho años como diputado en el Congreso de Brasil, siendo testigo o partícipe de todas las componendas que se urdieron durante esos años.

    Por lo tanto, sería bueno que recordara lo ocurrido con otro Torquemada brasileño: Fernando Collor de Melo, que como Bolsonaro llegó en los noventas con el fervor de un cruzado de la restauración moral y terminó sus días como presidente con un fugaz paso por el Palacio del Planalto. Pronto podremos saber qué futuro le espera al nuevo gobierno, pero el pronóstico no es muy favorable y la inestabilidad y las turbulencias estarán a la orden del día en Brasil. Habrá que estar preparados, porque la dinámica política puede adquirir una velocidad relampagueante y el campo popular debe poder reaccionar a tiempo. Por eso el objetivo de esta reflexión no fue entretenerse en una distinción académica en torno a las diversas formas de dominio despótico en el capitalismo sino contribuir a una precisa caracterización del enemigo, sin lo cual jamás se lo podrá combatir exitosamente. Y es importantísimo derrotarlo antes de que haga demasiado daño.

    Texto completo en: https://www.lahaine.org/bO0g

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    1. En realidad, todos los que llaman Bolsonaro de fascista, ni saben lo que es fascismo. Y de todo lo que lo acusan, hasta el momento nada es verídico. Sólo sé que el peor fascismo es una mente malévola torcer por el fracaso del gobierno con el objetivo de satisfacer su propio ego. Si ese gobierno no responde a las expectativas, entonces los opositores y adversarios tendrán un camino libre para intentar dar continuidad a un Brasil corrupto, rojo, socialista-comunista. Mientras esto no sucede, lo cierto es dejar al hombre trabajar.

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