Os Animais e o Sexto Sentido

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Um cão é capaz de viajar centenas de quilômetros para voltar para casa; um gato consegue andar de um lugar longínquo até encontrar seus donos; vacas e cavalos pressagiam um terremoto preste a ocorrer; e camelos entram em pânico anunciando uma tempestade de areia vindo a caminho. Será que os animais têm um “terceiro olho” ou sexto sentido?

 

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Na realidade não se sabe se os animais possuem habilidades especiais que os humanos não têm. Os especialistas em comportamento animal não aceitam a ideia de que os animais tenham percepção extrassensorial (PES), visto que, seus órgãos dos sentidos são similares aos nossos.

Surge-nos a pergunta: como podem os animais terem senso de direção tão exatos ou a premonição de desastres?

 

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Entre os milhões de animais que habitam na terra, existe uma larga escala de percepções sensoriais. Uma coruja consegue enxergar na escuridão da noite, algo que é impossível aos olhos humanos; um morcego consegue voar em alta velocidade pela escuridão, desviando habilmente todos os obstáculos em seu caminho; uma cobra cascavel caça no escuro e sem problema nenhum.

O que faz esses animais terem essas habilidades é a disposição de órgãos especiais de cada um em particular. A coruja, por exemplo, possui órgãos de visão especiais; o morcego tem o biosonar que é um sentido, uma sofisticada capacidade biológica de detectar a posição e/ou distância de obstáculos no meio ambiente ou animais através de emissão de ondas ultrassônicas; a cascavel possui órgãos sensoriais (termorreceptores) que lhe permite registrar o calor emitido pelas suas presas.

 

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Os elefantes têm o chamado infrassom que lhes permite captar sons a centenas de quilômetros, se comunicando com outros bandos a longa distância. Os ouvidos dos gatos e dos cães são receptivos ao ultrassom e conseguem detectar inimigos e localizar suas presas. A maioria dos animais noturnos, principalmente os mamíferos, são guiados por vibrissas ou pelos sensoriais que reagem com grande sensibilidade ao toque ou às vibrações. As aves têm vibrissas nas penas que transmitem vibrações aos órgãos sensoriais situados no cérebro, informando sobre as correntes de ar. Isso direciona os movimentos de voo do animal adequadamente. Já os gatos têm as vibrissas em seus pelos queratinosos, que transmitem as vibrações aos órgãos sensoriais popularmente chamados de “bigodes”.

 

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Os bagres de água doce podem detectar mudanças na pressão do ar, o que nos faz entender o motivo de sua agitação antes de uma tempestade. Os golfinhos e as baleias também possuem o biosonar que os permite a locomoção em águas escuras ou turvas, e para a captura de presas.

Diversos estudos científicos têm mostrado que os pombos-correio e outras aves migratórias conseguem registrar flutuações no campo magnético terrestre, que usam para avaliar suas posições. As abelhas também têm um sensor magnético que utilizam na construção das colmeias, para que os novos favos construidos sejam orientados e feitos iguais aos construidos anteriormente. Já os pinguins, durante suas migrações sazonais, se orientam pela posição das estrelas no céu noturno.

O certo é que cada espécie foi criada maravilhosamente por Deus, e tem sua própria amplitude de percepção usando informações obtidas com esses sentidos de acordo com suas próprias necessidades e o meio em que vivem.

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14 comentários em “Os Animais e o Sexto Sentido

  1. Super interessante vou reblogar, os animais tem um sexto sentido SIM, se olharmos para a natureza é perfeita quem destrói é o homem, falando de cães, no meu post disse que sempre tive cadelas aqui o sexto sentido é para ambos os sexos, as vezes penso que ela a minha “chica” é mais esperta do que eu eheheh

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    1. Fico muito feliz em seu interesse pela matéria e lhe agradeço de coração pelo reblog da mesma. Muito obrigado!
      Eu também já tive um cãozinho, inclusive ele já foi matéria de televisão e outras redes sociais. O meu querido Baruki, um cãozinho Husky Siberiano.

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      1. Ele não faleceu! Eu o doei para um garotinho com problemas de mal de Parkinson, foi por uma causa social, e até hoje vem repercutindo bem nos tratamentos do garoto. Isso até virou matéria de programas de televisão. O pai do garoto foi chamado para participar de uma programação na mídia e me chamou para fazer parte, mas eu não quis me mostrar.

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